Giro pelo mundo – Outubro/2016

21 de Setembro de 2016
Revista Giro pelo mundo – Outubro/2016

Respiro – Retratos 1, de Diego Bresani

Até 16 de outubro, a Galeria Athos Bulcão recebe a mostra Respiro – Retratos 1, do artista brasiliense Diego Bresani. Com cerca de 200 imagens em tamanhos variados, a exposição apresenta ao público o instante resultante do encontro entre fotógrafo e fotografado.“Retrato é sempre uma relação de interesses. É uma escolha. Sempre fico nervoso. Eu não sei o que vai acontecer”, afirma o artista. Com curadoria de Matias Monteiro, a mostra tem visitação de terça a sábado, das 12h às 19h, e domingos, das 12h às 17h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos.



“LE PETIT MUSÉE”

O artista gaúcho Ismael Monticelli inaugura sua primeira exposição individual na Portas Vilasca Galeria, no Rio de Janeiro. Com curadoria de Raphael Fonseca, a mostra “LE PETIT MUSÉE” tem como ponto de partida a história do próprio espaço expositivo. A partir de uma pesquisa desenvolvida por meses dentro da oficina e depósito da família Vilaseca, localizada no bairro de Bonsucesso, Monticelli propõe novas narrativas a partir do deslocamento dos objetos ali guardados. Em vez de realizar uma exposição de longa duração dentro da mesma sala, Ismael Monticelli propõe a realização de três mostras sequenciadas onde cada uma delas é vista como uma sala diferente do mesmo museu. Todas as mostras estarão em cartaz até o dia 05 de novembro, com visitação de segunda a sexta, de 11h às 19h; e sábado, de 11h às 14h. Entrada gratuita.



Vãos, ensaios para uma utopia mutável

No dia 8 de outubro, às 19h a artista visual Adriana Vignoli abre sua primeira mostra individual no Elefante Centro Cultural. “Vãos, ensaios para uma utopia mutável” traz ao público uma reflexão sobre o tempo e o espaço que habitamos por meio dos materiais presentes no dia a dia. Com esculturas-objetos de caráter híbrido e obras bidimensionais realizadas em cobre, terra vermelha, vidro e pedras, a artista estabelece uma relação de transmutação articulando diferentes temporalidades das materialidades coletadas e experimentadas. Com curadoria de Manuel Neves e ensaios de Graça Ramos e Bia Dias, a exposição fica em cartaz até o dia 5 de novembro, com visitação de segunda a sábado, das 14h às 18h30. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos.



Frida Kahlo – Suas Fotos I Olhares sobre o México


Em cartaz até 20 de novembro, no Espaço Cultural Porto Seguro, em São Paulo, a exposição Frida Kahlo – Suas Fotos | Olhares sobre o México reúne 25 imagens inéditas feitas por alguns fotógrafos de destaque da história da fotografia e de amigos pessoais de Frida, como Guillermo Kahlo (seu pai), Man Ray, Martin Munkácsi, Edward Weston, Brassaï, Tina Modotti, Pierre Verger e Manuel Álvarez Bravo. As fotografias exibidas se destacam pela visão particular que cada um desses profissionais tinha do México e da sua cultura, da sua história e dos seus protagonistas. Cada fotógrafo deu pessoalmente as imagens a Frida e, inclusive, ela utilizou alguns destes motivos na sua pintura, como é o caso do gato preto de Martin Munkácsi. De terças a sábados, das 10h às 19h; domingos e feriados, das 10h às 17h. A entrada é R$6 (inteira) e R$3 (meia). Às terças-feiras o ingresso é gratuito.



Picasso: Mão erudita, olho selvagem

O Instituto Tomie Ohtake, a CAIXA Cultural Rio de Janeiro, Arteris e IRB BRASIL RE apresentam a exposição “Picasso: mão erudita, olho selvagem”, com 138 obras, entre pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, cerâmicas e fotografias pertencentes ao Musée National Picasso-Paris. Organizada pelo Instituto Tomie Ohtake em conjunto com o Musée National Picasso-Paris, a exposição tem curadoria de Emilia Philippot. Em cartaz até 20 de novembro, o horário de visitação é de terça a fomingo, das 10h às 21h.



Rubem Valentim: A Pintura Pulsa

Até 21 de outubro, a Galeria Berenice Arvani, em São Paulo, recebe a mostra “Rubem Valentim: A Pintura Pulsa”, do baiano Rubem Valentim. Com curadoria de Celso Fioravante, a exposição reúne 32 obras do artista realizadas entre os anos 1960 e 1980, que variam entre pinturas, desenhos, guaches, esculturas e relevos. Pioneiro na utilização de signos religiosos africanos em pinturas e relevos de matriz construtiva, Rubem foi um dos poucos artistas brasileiros a ser elogiado pelo crítico italiano Giulio Carlo Argan (1909-1992) e pelo crítico pernambucano Mário Pedrosa (1901-1981). A mostra fica aberta para visitação de segunda-feira a quinta, das 10h às 19h, e sexta, das 10h às 19h.


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