Giro pelo Mundo – Junho

25 de Maio de 2016
Revista Giro pelo Mundo – Junho

Picasso e a modernidade espanhola

De 24 de junho a 7 de setembro, o Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro recebe a exposição “Picasso e a Modernidade Espanhola – Obras da Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía”. Com cerca de 90 obras, a mostra evidencia a influência de Picasso no cenário artístico espanhol e os traços mais importantes e originais da sensibilidade do pintor e de seus contemporâneos espanhóis na arte mundial. A exposição, que tem curadoria de Eugenio Carmona, faz referência ao percurso de Picasso como artista e como mito, até chegar à realização de Guernica, à sua relação com mestres da arte moderna espanhola, como Juan Gris, Juan Miró, Salvador Dalí, Domínguez e Antoni Tàpies, entre outros, e a suas contribuições para uma noção de modernidade voltada para o tempo presente. De quarta a segunda, das 9h às 20h30.

Anna Bella Geiger



Até 26 de junho, o público de Brasília poderá conferia na A CAIXA Cultural Brasília a exposição “Anna Bella Geiger – gavetas de memórias”, da artista carioca Anna Bella Geiger. O acervo é composto de um vídeo documental com todas as etapas de produção de uma obra de Geiger, de 12 gavetas produzidas pela artista ao longo dos últimos 25 anos e de seis gravuras com mapas que dialogam com essas gavetas e seus conceitos artísticos. Influenciada pelo seu casamento de 60 anos com o geógrafo brasileiro Pedro Geiger, a artista desenvolveu um trabalho único com mapas, pelos quais é conhecida no mundo todo. De terça a domingo, das 9h às 21h.

Esculturas inéditas de Flavio Cerqueira



A Casa Triângulo, São Paulo, apresenta a mostra do escultor paulistano Flavio Cerqueira. “Se Precisar, Conto Outra Vez” traz seis esculturas inéditas, realizadas especialmente para a exposição. Nessa nova série de trabalhos, o jovem artista aborda questões ligadas à forma como aprendemos sobre a nossa própria história sob um ponto de vista europeu. “São narrativas ficcionais que nos afastam das culturas ancestrais, da nossa própria história”, comenta. As esculturas em bronze de Cerqueira desenvolvem situações cotidianas, momentos de reflexão e concentração. Materiais do cotidiano como livros, escadas e troncos de árvore são usados visando criar relações entre o mundo e o espectador. “Se Precisar, Conto Outra Vez” tem texto da historiadora e crítica de arte Maria Izabel Branco. A mostra fica em cartaz até 11 de junho. A Casa Triângulo fica na Rua Estados Unidos, 1.324. De terça a sábado, das 11h às 19h.

Iole de Freitas – A escrita do movimento



Até 19 de julho de 2016, a Roberto Alban Galeria de Salvador apresenta a exposição “Iole de Freitas – A escrita do movimento”, com site specific e 12 obras, entre inéditas e históricas, da artista mineira radicada no Rio. Com uma celebrada trajetória que inclui exposições no MoMA de Nova York, e na Documenta 12, em Kassel, Alemanha, Iole de Freitas ocupa todo o espaço da galeria, e conta com um trabalho com 3,5 metros de diâmetro e seis metros de altura criado especialmente para o espaço da galeria. Em junho, será lançado um livro-catálogo da exposição, com entrevista dada pela artista a Marc Pottier, curador da exposição. A Roberto Alban Galeria funciona de segunda a sexta, das 10h às 19h. Sábados, das 10h às 13h.

Henri Matisse




Preparem-se: Brasília receberá exposição de Henri Matisse em outubro deste ano

Com curadoria de Anna Paola Baptista, a mostra “Henri Matisse – Jazz” chega a Caixa Cultural Brasília com colagens do pintor, desenhista e escultor francês, além de 20 pranchas originais impressas com a técnica au pochoir, feitas especialmente para o livro “Jazz”, publicado em 1947. Foram impressos 250 álbuns, dos quais apenas dois estão no Brasil. A exposição apresenta obras de arte do histórico livro de Matisse, que foi reimpresso em uma edição limitada, contendo reproduções de colagens coloridas, acompanhadas por pensamentos escritos do artista. O conjunto de desenhos feitos com tesoura expostos para os visitantes utiliza-se da técnica desenvolvida pelo artista no início da década de 1940. Obrigado a passar longos períodos na cama e na cadeira de rodas, quando se recuperava de uma delicada cirurgia, o pintor primeiro dedicou-se ao desenho e à ilustração e, depois, foi mais longe, combinando desenho e pintura, em colagens feitas com papeis recortados e coloridos com guache. Em outubro.

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